O Presidente do Comite Mundial da Paz, Bispo Joao Pedro do Nascimento foi considerado pela ONU LIDER EM DIREITOS HUMANOS, pelo trabalho que realizou ao frente do Comite da Paz.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Bispo Joao Pedro do Nascimento - Lider em Direitos Humanos
O Presidente do Comite Mundial da Paz, Bispo Joao Pedro do Nascimento foi considerado pela ONU LIDER EM DIREITOS HUMANOS, pelo trabalho que realizou ao frente do Comite da Paz.
domingo, 17 de junho de 2007
CONDUTA SOCIAL DO COMITE DA PAZ
O QUE É O COMITÊ MUNDIAL DA PAZ
O
Comitê da Paz é uma ONG oriunda dos Ex Integrantes das Forças de Paz da ONU,
Btl Suez, Faixa de Gaza que pioneiros em missão humanitária, foram agraciados
com o premio Nobel da Paz, (Edição 1988), pelo que nos sentimos motivados e
compelidos a prosseguirmos fieis aos ideais preconizados pela ONU há mais de
cinco (5) décadas na busca de um mundo mais justo e mais humano. Nossa
participação consiste em estes dias, considerando que a maioria do nosso grupo,
temos mais de 70 anos, esta embasada em palestras nas escolas, especialmente de
prevenção e combate as drogas, importância na preservação da natureza e do meio
ambiente, apoio as MAES OPERARIAS, com apoio a implantação de
creches, ASSISTENCIA A IDOSOS, pois assim entendemos que isso é
contribuir para diminuirmos as desigualdades sociais, fazendo Pátria!
Principais
atividades do Comitê Mundial da Paz, cuja inscrição sob o CNPJ No.
03.165555.0001-81,
são as
seguintes:
1- Ressaltar os trabalhos das Forças de Paz.
2- Premiar aos que praticam a filantropia e a
justiça social
com
diversas nomeações determinadas pela AGE e
Diretoria
da Entidade.
3- Interceder junto às autoridades nacionais e
internacionais,
apoio aos
tramites beneficentes e asilados ou
constrangidos políticos.
4- Levar palavras de conforto aos moribundos,
reclusos,
desabrigados, estrangeiros detidos, etc.
5- Denunciar hospitais e locais inadequados à
recuperação a
que se
destinam, penas vencidas, maus tratos, coações,
etc.
- Possibilitar
advogados nos casos mais justificáveis através
da OAB e
outras instituições para transferências de presos
quando
os motivos assim justifiquem.
7 - Promover campanhas de captação de recursos para
obras
assistenciais já programadas dentro do Calendário anual da
entidade.
8 - Formar grupos que meditem em correntes de paz e
divulguem esta mensagem em escolas, grêmios, não como
religião
ou seitas e sim como filosofia para atenuar a
Violência
em suas várias formas.
9- Realizar eventos de captação de recursos que
estão sobre
nossa
responsabilidade em convênio com outras entidades
afins.
10- Apoiar as policiais civil e militar, guarda
municipal,
acidentados em combates que necessitem de cirurgias,
próteses ou tratamentos em centros mais adaptados a
recuperação, incluindo tramites de viagens (com vistos)
ao exterior com acompanhante, interprete e
recomendação através de autoridades pertinentes e
amigos
do Comitê Mundial da Paz.
11- Criar grupos de apoio aos potenciais suicidas,
bem como
a
creches, orfanatos, asilos, dependentes, etc.
12- Apoiar movimentos que busquem minorar as
diferencias
sociais
e formar um mundo mais justo e mais humano.
13- Apoio irrestrito que visa à preservação da
Região
Amazônica “Pulmão do Mundo e patrimônio da
Humanidade”.
HISTÓRICO DO COMITÊ DA PAZ
Em 29 de Outubro de 1956, o presidente do Egito, Gamal
Abderl Nasser, nacionalizou o Canal de Suez e proibiu a passagem de navios
israelenses pelo canal.
A atitude de Nasser desagradou aos ingleses e franceses que mantinham o monopólio sobre esta importante via de navegação.
A reação das partes que se sentiram prejudicadas não demoraria: Em poucas horas começaria a intervenção militar dos europeus e judeus. Enquanto os ingleses e franceses ocupavam a zona do Canal, Israel invadia a Península do Sinai e ocupava o enclave jordaniano, a oeste do Rio Jordão, de tal forma que, parte da cidade santa de Jerusalém ficou dentro dos limites de Israel.
Tanto os Estados Unidos quanto a UURSS, se opuseram aos atos de guerra, mas foi da União Soviética que partiu o ultimato para que as forças invasoras abandonassem suas posições. Sofrendo as pressões diplomáticas da ONU o das duas grandes potências os europeus logo se retiraram e os judeus, um ano depois.
CREAÇÃO DA UNEF
O presidente egípcio busca a proteção da ONU o, em 03 de novembro de 1956 foi criada a UNEF, United Nations Emergency Force (Força de Emergência das Nações Unidas). Então os “Boinas Azuis” entram em cena estabelecendo-se na Faixa de Gaza, uma área de 100 km de comprimento por 10 km de largura.
Esta Força de Emergência era formada por contingentes do Brasil, Canadá, Índia, Dinamarca, Noruega, Suécia e Iugoslávia. Cada um destes grupamentos tinha em média 600 homens, entre praças e oficiais, num total de 4.200, representando as sete nações durante um ano, renovando seus efetivos a cada ano.
O Contingente brasileiro, formado em sua maioria por elementos de Minas Gerais, da 4 ª Divisão de Exército, convocado a 05/08/1959, cumpriu a sua missão em um ano e meio: No próximo dia 5 de Agosto de 1989 comemora os 30 anos de sua convocação com importante solenidade a realizar-se no 12 º Batalhão de Infantaria e ginásio de 4 ª Brigada, em Belo Horizonte, promovida pela ABIB e 12 ª BI.
MISSÃO DA UNEF
A missão da Força de Paz
da ONU estabelecida na Faixa de Gaza, ao longo da ADL, Artística Demarcation
Line (Linha de Demarcação do Armistício), isto é, a fronteira física e política entre
Israel e Egito, era observar e
patrulhar a área, evitando que elementos árabes ou judeus cruzassem a linha.
Os sentinelas que trabalhavam P. O (posto de
observação) dispunham de armas apenas para autodefesa, além de binóculos e
telefone. Os efetivos da Força de Paz não participariam do conflito existente,
apenas observariam as duas partes conflitantes: árabes e judeus. E assim se deu
durante os dez anos de atuação da UNEF na área.
Não foi fácil cumprir a
missão devido a uma serie de dificuldades encontradas na área:
- Choque psicológico pela
troca da Pátria pelo país estrangeiro com paisagens natural e humana
bem diferentes;
tendo que desativar minas com alto preço para nossas vidas.
- Dificuldade em se
expressar no idioma estrangeiro;
- Variações climáticas
rigorosas, com temperaturas que oscilavam entre os 50 º graus centígrados (de
dia) e O º (à noite), além das tempestades areia;
- Ingestão de água
salobra (água do mar tratada);
- Área das mais endêmicas
do mundo: lepra, tuberculoses e tracoma, entre outras doenças, o que obrigava
os efetivos se
submeterem a uma bateria de vacinas para imunização;
- Existência de
escorpiões, víboras e outros animais peçonhentos.
- Precários alojamentos
em barracas de lona e madeira, sujeitos as intempéries;
- Campos minados, sem o
mapeamento devido para permitir deslocamentos em viagens perigosos.
- Terrenos minados com
perdida de órgãos vitais e até a própria vida, como ocorreu com alguns infortunados
companheiros. Em outros casos houve colegas que pela tensão vivida dia a dia
com as ameaças de parte a parte (me refiro aos fedains soldados Egípcios e o
pessoal dos Kibutz Israelitas) que para se matarem
primeiro tinham que atar-nos e isso terrível e o medo, pânico, nervos, fizeram
colegas menos forte correrem loucos!
Foram muitos os problemas mas a
missão valeu o Prêmio Nobel da Paz 1988 que trouxemos para a Pátria .
O COMITE MUNDIAL DA
PAZ
O Comitê Mundial da Paz, foi creado para lutar e obter melhorias para nossa classe, ademais de apesar do estado de calamidade que atravessamos, nos propomos a efetuar um trabalho de iniciativa própria do Comitê, no âmbito da filantropia, pois havemos estado cara a cara com a miséria, que nossos ideais de lutar por um mundo mais justo e mais humano, não nos permite fecharmos os olhos aos nossos irmãos da África, Kenya, Tanzânia, Luanda, Ruanda, Moçambique, Haiti, etc.
Ratificamos que o Comitê da Paz é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, reconhecidos pela Federação Mundial de Entidades Filantrópicas e presta serviços solidários no âmbito dos Direitos Humanos e que desde 1988 obteve através da ONU o Premio Nobel da Paz pela missão do Canal de Suez 1957/67 na qual nós os fundadores fomos integrantes das Forças de Paz e portanto somos parte deste reconhecimento além é claro de obtermos a menção de honra reconhecida por várias organizações especializadas em direitos humanos dentro e fora do país.
ESPANHOL





























